Terça-feira, 25 de Setembro de 2007

Poesia alternativa

Apito Dourado
 
Encontrei uma apito dourado
que estava a chorar,
pedi-lhe um bocado
para o analisar.
 
Recolhi o apito dourado
com todo o cuidado
com um magistrado
bem instrumentalizado.
 
Olhei-o de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de coisa
pouco transparente.
 
Mandei vir a fruta,
o café e o leite,
e as drogas usadas
no calor da noite.
 
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:
 
homens vestidos de negro,
vestígios de corrupção.
Dinheiro (quase tudo)
E ninguém na prisão.
 
 
(Lágrima de Preta – António Gedeão)
depositado por joao moreira de sá às 08:35
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Uma mente delirante e não muito normal encerrada num corpo com 39 anos (embora um teste da Sábado diga que na realidade tenho 47). Presentemente desempregado mas com boas perspectivas de conseguir vir a trabalhar num call-center. Escrevo porque não gosto lá muito de falar e como irresponsável que sou, acredito que um dia ainda irei conseguir ser pago para escrever. jmoreiradesa@gmail.com

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